segunda-feira, 27 de agosto de 2012
quinta-feira, 23 de agosto de 2012
Sanfona afinada... A aula vai começar..
Os Sete Gonzagas: Luiz, o velho Januários e os irmãos muita história pra contar
Deixar o sertão, a música e os costumes entrar na escola através da obra e vida do sanfoneiro que conquistou o país. O projeto Caravana Luiz Gonzaga Vai à Escola, aprovado pelo Funarte e promovido pela Ação Cultural, levará a obra do forrozeiro para onze escolas públicas dos municípios sergipanos de Aracaju, Nossa Senhora do Socorro e São Cristóvão. E está quase tudo pronto para a Caravana começar a circular. O ponto de partida já tem data, horário e local definidos com o lançamento no dia 31 de agosto no Museu da gente Sergipana a partir das 19h.
Durante o projeto , que acontece de Setembro a Dezembro de 2012, a obra de Luiz Gonzaga estará disseminada através de exposição de fotos, palestra, apresentações musicais e de dança. A professora Fátima Viana que colaborou na articulação junto a três escolas, afirmou: “A Caravana Luiz Gonzaga é um exemplo de projeto, voltado para o incentivo da cultura e do que temos de melhor para oferecer na Educação. Ele trabalha em parceria com as escolas que já desenvolvem projetos culturais e não hesitei em dar a minha contribuição divulgando o projeto nas escolas, preenchendo os formulários e, com bastante entusiasmo, falando da importância para os nossos alunos.”. Fátima destaca ainda a importância de dar acesso à bens culturais e dessa forma “diminuir o poder da cultura de massa, tão enraizada nos nossos educandos”.
http://www.overmundo.com.br/overblog/sanfona-afinada-a-aula-vai-comecar
domingo, 19 de agosto de 2012
quinta-feira, 16 de agosto de 2012
Faltam poucos dias para o lançamento da Caravana Luiz Gonzaga.
Estou muito contente em estar participando de um projeto, A Caravana Luiz Gonzaga Vai a Escola, com uma equipe de profissionais bastantes talentosos e comprometidos. Para conferir, aguardem mais um pouco a divulgação do primeiro release e o cartaz que estará circulando na imprensa e nas redes sociais.
Podem compartilhar a vontade e tenho certeza que a qualidade do texto e da arte será um fator de bastante estimulo para isso.
A produção do release ficou a cargo do jornalista Thiago Paulino e a identidade visual é da autoria do design Maxivel Ferreira , o qual contou com a colaboração do também design Jefeson Crivo, este, também responsável pela produção do blog a ser lançado no dia 31 de agosto (*).
O time da Caravana Luiz Gonzaga também tem mais craques. Tem o professor José Augusto de Almeida, consultor geral do projeto e curador da exposição visual, tem Joaquim Antônio, do grupo musical “Casaca de Couro” , coordenador musical. Tem Roney David, responsável pelo concepção e produção do cenário da exposição, as agentes culturais Irene Smith e Ana Lúcia atuam na assistência a produção e a professora Fátima Viana colabora com a articulação junto a algumas escolas.
Os educadores/oficineiros do Ponto de Cultura: Juventude, Cultura e Cidade colaboram elaborando e ensaiando coreografias inspiradas em músicas de Luiz Gonzaga. São eles, Carlos Henrique e Cristiane dos Anjos.
Quem for assistir ao lançamento da Caravana Luiz Gonzaga no dia 31 de agosto, chegue cedo ao local. A partir das 18h30 já podendo conferir a exposição visual.
A Caravana Luiz Gonzaga tem o patrocínio da Fundação Nacional de Artes (Funarte ) e recebe o apoio cultural do Centro de Criatividade, Museu da Gente Sergipana, Sebrae, Banco do Nordeste, Fundação Aperipê e Secretaria de Estado da Educação.
(*) O blog que está no ar é provisório e pode ser acessado no endereço: http://caravanaluizgonzaga.blogspot.com
Zezito de Oliveira – Educador e Produtor Cultural
terça-feira, 14 de agosto de 2012
Para quem quer realizar ações educativas e culturais com base na vida e obra de Luiz Gonzaga
CARAVANA CULTURAL LUIZ GONZAGA VAI A ESCOLA
Caravana Cultural Luiz Gonzaga vai à Escola.
16/5/2012
Formidável!! A Ação Cultural é selecionada em outro edital de projetos culturais. Desta vez foi a seleção para projetos destinados a celebrar o centenário de Luiz Gonzaga.
Segundo o site da Fundação Nacional de Artes (Funarte) foram inscritos quase 600 projetos de todo o Brasil, dos quais 20 projetos foram selecionados em duas categorias: até R$50.000,00, na qual a Ação Cultural foi contemplada, e acima deste valor, até R$100.000,00.
Por região geográfica, Sergipe e Pernambuco se destacaram no nordeste com dois projetos selecionados em cada estado. Em geral, os projetos selecionados apresentam uma grande diversidade de linguagens artísticas e formatos: Audiovisual, exposições, oficinas, shows musicais, dança, teatro, artes integradas, rádio, livros e etc..
Vale destacar, dentre os premiados, a presença de Lua (espetáculo de Antônio Nóbrega), um dos artistas brasileiros mais reconhecidos pelo talento e compromisso com a produção artística ancorada na tradição cultural nordestina.
Segundo o site da Fundação Nacional de Artes (Funarte) foram inscritos quase 600 projetos de todo o Brasil, dos quais 20 projetos foram selecionados em duas categorias: até R$50.000,00, na qual a Ação Cultural foi contemplada, e acima deste valor, até R$100.000,00.
Por região geográfica, Sergipe e Pernambuco se destacaram no nordeste com dois projetos selecionados em cada estado. Em geral, os projetos selecionados apresentam uma grande diversidade de linguagens artísticas e formatos: Audiovisual, exposições, oficinas, shows musicais, dança, teatro, artes integradas, rádio, livros e etc..
Vale destacar, dentre os premiados, a presença de Lua (espetáculo de Antônio Nóbrega), um dos artistas brasileiros mais reconhecidos pelo talento e compromisso com a produção artística ancorada na tradição cultural nordestina.
Leia mais:
ATENÇÃO: Devido ao sucesso do Prêmio Funarte Centenário de Luiz Gonzaga 2012 e de nova disponibilização de recursos, a Funarte estendeu a premiação a dez projetos suplentes, conforme o critério de ordem de classificação. A suplementação orçamentária, prevista no ítem 7.7 do edital do programa, ocorreu por causa da grande quantidade e ótima qualidade dos projetos habilitados.
Foi publicado, no Diário Oficial da União de segunda-feira, 4 de junho de 2012, o resultado final do Prêmio Centenário Luiz Gonzaga 2012.
Acesse a relação de contemplados aqui
Acesse a relação de contemplados aqui
Outra fonte de pesquisa e informação são os artigos do colecionador e pesquisador musical Abilio Neto no portal overmundo. AQUI.
Para quem quer pesquisar informações gerais sobre o nordeste. A dica é AQUI.
Quem tiver outras sugestões de link pode enviar para o e-mail zezitodeoliveira@gmail.com (coordenador de produção da Caravana Luiz Gonzaga).
Sugestões de plano de aula para professores.
O rei do baião.
Conhecendo Luiz Gonzaga
Conexão Futura 06/04/11 Entrada 3
Assunto: Cultura Popular -- Festas Juninas
Por tel: Zezito de Oliveira - Educador cultural -- Aracaju/SE
Assunto: Cultura Popular -- Festas Juninas
Por tel: Zezito de Oliveira - Educador cultural -- Aracaju/SE
Reportagem exibida no Canal Futura. Saiba mais. AQUI
Mês de Junho chegou, escute o melhor do
forró de Luiz Gonzaga aki
Luiz Gonzaga foi o primeiro a colocar o Nordeste no mapa da música popular brasileira
Jornal da Globo 03/02/2012 Coluna de Nelson Mota
Assista a reportagem, AQUI
Assista também:
SOM BRASIL - Especial Gonzagão
Mosaicos - A Arte de Luiz GonzagaSugestões enviadas por Àlvaro Pantoja (Porto - PT/Olinda PE-BR)
Assista a reportagem, AQUI
Assista também:
SOM BRASIL - Especial Gonzagão
Mosaicos - A Arte de Luiz GonzagaSugestões enviadas por Àlvaro Pantoja (Porto - PT/Olinda PE-BR)
1. O REINADO DE LUIZ GONZAGA na música brasileira
2. DOCUMENTÁRIO comentado - Luiz Gonzaga O Rei do Baião
v=OMKie37KQjU 3. HOMENAGEM A LUIZ GONZAGA O REI DO BAIÃO
Programa Sr. Brasil, homenageando Luiz Gonzaga. Texto de Aldemar Paiva declamado por Rolando Boldrin. Musicas: Lua (Carlos Gomes), Boiadeiro (Luiz Gonzaga) e Asa Branca (Luiz Gonzaga e Humberto Teixeira), Intérprete: Ivânia Catarina. Violão (Carlos Gomes), Escaleta (Wagner Amorosino) e Percussão (Dudu Sueit).
v=JWovvar_Sz8 4. SOM BRASIL Especial Gonzagão
v=PYkZbA-gI0U (sinopse 5m)v=8K7MuWuFJKo (Parte 3)
5. 100 anos de Luiz Gonzaga
v=qsycv9UGuGw PROJETO “CARAVANA CULTURAL LUIZ GONZAGA VAI A ESCOLA”.
RESUMO
O projeto “CARAVANA CULTURAL LUIZ GONZAGA VAI A ESCOLA’ tem como finalidade, criar condições e oportunidades para adolescentes e jovens conhecer e valorizar a cultura nordestina e aprender conteúdos curriculares, tendo como base a vida e a obra musical de Luiz Gonzaga.
Esta necessidade responde a demanda colocada em diversos espaços de reflexão e difusão sobre a música nordestina tradicional, em especial o Fórum do Forró e o Encontro Cultural de Laranjeiras, onde comumente é lembrado que se percebe um distanciamento cada vez maior das novas gerações, com relação a valorização e fruição da cultura nordestina tradicional.
O projeto acontece por meio de palestras interativas e utilizando recursos multimídia a cargo do professor José Augusto, pesquisador de notório saber com relação a vida e a obra de Luiz Gonzaga e apresentador de um programa radiofônico semanal dedicado a memória do Gonzagão, contando com o acompanhamento musical do renomado trio pé de serra, Casaca de Couro, exposição fotojornalistica e distribuição de uma cartilha pedagógica destinada a professores do ensino básico contendo sugestões didáticas acerca da utilização do cancioneiro de Luiz Gonzaga em sala de aula.
Em termos quantitativo pretende-se atingir 10 escolas e 2 espaços culturais localizados no centro histórico de Aracaju (lançamento e encerramento do projeto). O público a ser atingindo é estimado em 200 professores e 2000 alunos.
O projeto em tela retoma, amplia e qualifica iniciativas realizadas com os propósitos acima e que foram realizadas no ano de 2006 em um colégio estadual localizado na periferia da zona metropolitana de Aracaju e no Complexo Cultural “O Gonzagão” nos anos de 2007 e 2008.
A coordenação de produção está a cargo de Zezito de Oliveira, professor de história e artes, blogueiro especializado em cultura e produtor cultural responsável pela elaboração e gestão de diversos projetos culturais destinados a juventude residente na periferia de Aracaju e região metropolitana.
PESQUISA PARA A PROSPECÇÃO DE ADESÃO DE ESCOLAS A “CARAVANA CULTURAL LUIZ GONZAGA VAI A ESCOLA”.
Nome da Escola:.............................................................................................................
Endereço:........................................................................................................................
E-mail e telefone:............................................................................................................
Nome do diretor (a):........................................................................................................
1 – A escola realiza iniciativa ou projetos pedagógicos integrados referenciados na cultura sergipana, regional ou brasileira?
( )SIM ( )Não
Em caso positivo: Quais a(s) disciplina(s) envolvidas?
2 – Informe o(s) nome do(s) projeto(s) e do(s) professor (es) responsável (eis), além de telefones e e-mail de pelo menos dois dos principais envolvidos com o projeto ou com a iniciativa. (professores, alunos ou agentes culturais).
3 – A escola dispõe de alunos envolvidos com a promoção de iniciativas culturais dentro da escola ou na comunidade do entorno? Em caso positivo. Cite os nomes, a série e a turma (de um a cinco).
4 – A escola se relaciona com a produção cultural do entorno? De que maneira isso acontece?
5 – A escola tem interesse em receber a Caravana Cultural Luiz Gonzaga?
Acesse AQUI
XI Fórum do Forró homenageará Luiz Gonzaga
Projetos de SE em homenagem a Luiz Gonzaga são premiados pela Funarte
Por Carla Sousa, da Ascom/Secult
O Edital Prêmio Centenário de Luiz Gonzaga 2012, promovido pela Fundação Nacional de Artes – Funarte, contemplou dois projetos de produtores culturais de Sergipe. Cada projeto receberá um prêmio no valor de R$ 35 mil. As ações propostas são voltadas para a disseminação da vida e obra do músico e compositor pernambucano Luiz Gonzaga. Se fosse vivo, o 'Rei do Baião' completaria 100 anos em dezembro.
Os dois projetos concorreram com outros 589 inscritos de todo o país e ficaram entre os 20 selecionados. Os dois contemplados em Sergipe foram: ‘Projeto Bom dia Gonzagão’, de Silvane Santos Azevedo, e o ‘Projeto Caravana Cultural Luiz Gonzaga vai à Escola’, da Associação Cultural (Ação Cultural), que também atua como Ponto de Cultura, com apoio da Secretaria do Estado da Cultura (Secult).
Leia mais:
ESCRITO POR IRACEMA CORSO | 26 OUTUBRO 2011
No ano de 2012 o mundo vai comemorar o centenário do nascimento do Rei do Baião, Luiz
Gonzaga. No compasso da mobilização nacional para celebrar a vida e obra deste grande músico que vem ocorrendo em vários estados brasileiros, e especialmente os nordestinos, a deputada estadual Ana Lúcia Vieira (PT) protocolou na Assembleia Legislativa, na manhã desta quarta-feira, 26, um Projeto de Lei que pretende instituir 2012 como o ‘Ano Cultural Luiz Gonzaga’.
“Peço que esta Casa aprove com rapidez este Projeto de Lei para que em Sergipe o centenário de Luís Gonzaga seja permeado por ações e políticas de cultura voltadas para este homem que durante toda a vida disseminou ritmos como o xote, o baião, o forró, e foi o grande líder da música brasileira e nordestina”, solicitou a deputada.
No documento encaminhado, Ana Lúcia explica que o objetivo do PL é divulgar esta vertente da cultura brasileira, nordestina e sergipana em nosso Estado. No texto ela acrescenta que em 2012 o Poder Público, através da Secretaria de Estado da Cultura, poderá, em conjunto com as entidades da sociedade civil organizada, criar uma comissão de organização dos festejos, comemorações e atividades culturais alusivas ao centenário de nascimento do músico Luiz Gonzaga. “Os eventos organizativos devem envolver atividades que visem promoção de debates sobre a vida e obra de Luiz Gonzaga, como também as contribuições de ritmos como o xaxado, o baião e o forró no processo de construção da identidade cultural do Povo de Sergipe”, concluiu.
História e Arte de Seu Lua
Luiz Gonzaga do Nascimento nasceu no dia 13 de dezembro de 1912, na Fazenda Caiçara, povoado do Araripe à 12km de Exu, filho de Januário José dos Santos e Ana Batista de Jesus (Mãe Santana). Desde sua infância o pequeno Gonzaga namorava o fole de oito baixos, instrumento este, executado por “Pai Januário”, no qual começou seus primeiros acordes.
“Luiz de Januário”, “Lula” ou “Lua” como era conhecido na infância, aos 8 anos de idade substituiu um sanfoneiro em festa tradicional no terreiro de Miguelzinho na Fazenda Caiçara, no Araripe, Exu, a pedido de amigos do pai. Desde aquele dia, o garoto começou a tocar com a permissão da mãe.
Quando ainda era rapaz, vendeu sua sanfona e fugiu para Fortaleza, onde se alistou no 23º Batalhão de Caçadores do Exército, servindo no Rio Grande do Sul, Minas Gerais, Paraíba, Pará, Ceará, Piauí, Belo Horizonte, Campo Grande e no Rio de Janeiro. Deu baixa no Exército em Minas Gerais, no dia 27 de março de 1939 e viajou para o Rio de Janeiro, para esperar o navio que o levaria a Recife, em seguida a Exu. Resolveu então a convite de um amigo, ganhar a vida tocando no Mangue, com uma sanfona de 80 baixos, uma Horner branquinha, sua primeira sanfona branca comprada em São Paulo.
Em 1940 Gonzaga conhece o guitarrista português, Xavier Pinheiros, e forma dupla tocando no Mangue e nas casas noturnas (cabarés), do Rio de Janeiro. A partir de 1941, Luiz Gonzaga já tinha o título de MAIOR SANFONEIRO NORDESTINO. Mas sofreu muito no Rio de Janeiro para se firmar artisticamente.
No dia 22 de setembro de 1945 nasceu Luiz Gonzaga do Nascimento Júnior, o Gonzaguinha, fruto do amor de Luiz Gonzaga com Odaléia Guedes dos Santos, cantora e bailarina profissional do coro de Ataulfo Alves, com quem conviveu por cinco anos, pois Odaléia faleceu de tuberculose em 1952, quando Gonzaguinha tinha 7 anos.
Em 1946 com Humberto Teixeira, Luiz Gonzaga compõe e grava a primeira de uma série de 18 parcerias: NO MEU PÉ DE SERRA. O sucesso de Gonzaga com esta música começa a ser enorme, e ao mesmo tempo seu nome começa a correr pelo mundo: Europa, EUA, Japão, etc. Neste mesmo ano Luiz Gonzaga resolve então rever a família, e chega em casa pela madrugada. Fica frente a frente com Seu Januário e é interrogado: “Quem é o Sinhô? Luiz Gonzaga seu filho! Isso é hora de você chegar em casa, corno sem vergonha!?”.
Deste encontro, Luiz Gonzaga, junto com Humberto Teixeira, compõem a música RESPEITA JANUÁRIO, em homenagem àquele homem que foi o responsável pela inclinação do “negrinho fiota” para a música. Em 1947 no mês de março, Gonzaga gravou a música ASA BRANCA, que foi inicialmente refutada pelo diretor. A música ASA BRANCA começou a receber diferentes interpretações e gravações em vários países, como Israel e Itália. Em julho de 1947, na Rádio Nacional, Luiz Gonzaga conheceu Helena das Neves Cavalcanti, sua futura esposa. Em 1950, o Lua recebe dos paulistas o título de “REI DO BAIÃO” que o consagra até nossos dias. Neste mesmo ano “Lua” grava também a toada ASSUM PRETO e os baiões QUI NEM JILÓ e PARAÍBA, Gonzaga neste período está no auge de sua carreira.
Em 1972 Luiz Gonzaga recebe o título de Cidadão de Caruaru. No dia 24 de março de 1972, no Teatro Carioca Tereza Raquel – Rio de Janeiro, Luiz Gonzaga faz uma apresentação com o título: “LUIZ GONZAGA VOLTA PRA CURTIR”. Em 1977, Luiz Gonzaga entrou na Versão Brasileira da Enciclopédia Universal Britânica. Em 1981, o velho Lua recebe os dois únicos discos de ouro de toda sua carreira (vale ressaltar que é segundo Assis Ângelo e Gildson Oliveira, segundo Dominique Dreyfus Luiz Gonzaga ganhou mais discos de ouro). Em 1982 Luiz Gonzaga vai tocar em Paris a convite de Nazaré Pereira. Permaneceu em Paris dez dias, conhecendo vários pontos importantes. Em 1984, Luiz Gonzaga recebeu o PRÊMIO SHELL. Em 1985, é agraciado com o troféu NIPPER DE OURO, uma homenagem internacional da RCA.
No dia 06 de junho de 1989, Luiz Gonzaga realizou seu último show no Teatro Guararapes, do Centro de Convenções de Recife, onde recebeu homenagens de vários artistas do país e se despediu do povo nordestino com palavras simples e cheias de emoção. “Gostaria que lembrassem que sou filho de Januário e Dona Santana. Gostaria que lembrassem muito de mim; que esse sanfoneiro amou muito seu povo, o Sertão. Decantou as aves, os animais, os padres, os cangaceiros, os retirantes. Decantou os valentes, os covardes e também o amor. (...) Muito obrigado”, expressou.
O Rei do Baião faleceu no dia 02 de agosto de 1989, às 5h15 da manhã no Hospital Santa Joana, em Recife. Seu corpo foi velado na Assembleia Legislativa de Recife nos dias 02 e 03 até às 9h45 da manhã, foi velado também em Juazeiro do Norte-CE, na Igreja Nossa Senhora do Perpétuo Socorro às 17h, local onde repousa os restos mortais de Pe. Cícero Romão Batista. O corpo do Rei do Baião chegou a sua terra natal, sua querida Exu, no dia 3, à noite. Foi velado na Igreja Matriz durante a noite do dia 03 e todo o dia 04, saindo para o sepultamento no Cemitério São Raimundo no cair da tarde.
CENTENÁRIO DE LUIZ GONZAGA: SEMINÁRIO ACONTECE NESTA QUARTA
Fonte: divirta.se
A poesia e sonoridade da obra musical de Luiz Gonzaga, o eterno Rei do Baião, será contada na próxima quarta-feira, 23, partir das 18h30 no Museu da Gente Sergipana, com a realização do Seminário ‘A Contribuição de Luiz Gonzaga na construção da Identidade cultural do povo sergipano’. Além disso, também acontece no museu a Exposição ‘Vida e obra de Luiz Gonzaga’.
Os eventos que são promovidos pela deputada estadual Ana Lúcia (PT), contará com palestra do professor e pesquisador José Augusto de Almeida e debate com o professor de história Iran Barbosa. Além da exposição e do seminário, haverá apresentação especial do Quinteto Sanfônico de Sergipe.
Leia mais, AQUI
O XI Fórum do Forró foi dez!
Ao final dos debates, o público presenciou um show em homenagem a Luiz Gonzaga.
O Fórum do Forró, que aconteceu nos dias 05 e 06 de junho de 2012, em Aracaju, realizou uma homenagem ao saudoso e querido Luiz Lua Gonzaga à altura da qualidade do grande legado que o mestre deixou.
Das homenagens realizadas no centenário do Gonzagão em Sergipe, esta é uma das que merecem mais louvores, pelo fato de se ter iniciado no ano de 2002, prosseguindo, de forma ininterrupta, até o presente ano.
A outra homenagem longeva a Luiz Gonzaga e também digna de louvor é o programa Aquarela Nordestina , apresentado pelo professor José Augusto, há cerca de 20 anos, pelas ondas da Rádio Aperipê 630 AM.
Das homenagens realizadas no centenário do Gonzagão em Sergipe, esta é uma das que merecem mais louvores, pelo fato de se ter iniciado no ano de 2002, prosseguindo, de forma ininterrupta, até o presente ano.
A outra homenagem longeva a Luiz Gonzaga e também digna de louvor é o programa Aquarela Nordestina , apresentado pelo professor José Augusto, há cerca de 20 anos, pelas ondas da Rádio Aperipê 630 AM.
Leia mais aqui: http://www.overmundo.com.br/overblog/o-xi-forum-do-forro-foi-dez
UM PLANO ARTICULADO ENTRE EDUCAÇÃO E CULTURA
Proposta dos Ministérios da Educação e da Cultura, ONGs e Escolas.
Leia aqui
Leia o primeiro texto da autoria de Zezito de Oliveira sobre a proposta acima. AQUI
http://www.sesc-se.com.br/galeria-de-arte
Leia o primeiro texto da autoria de Zezito de Oliveira sobre a proposta acima. AQUI
Exposição 100 anos Luiz Gonzaga
Em exposição na Galeria de Arte do SESC:
http://www.sesc-se.com.br/galeria-de-arte
sexta-feira, 10 de agosto de 2012
Seminário sobre a história da música brasileira
Objetivos
Aprender a trabalhar em grupos;
Utilizar a fala em situação formal, para transmitir informações pesquisadas;
Aprender a utilizar recursos para esse tipo de apresentação;
Planejar material de apoio à fala;
Fazer sínteses a partir de leituras de textos;
Selecionar dados pesquisados em diferentes fontes;
Ler e analisar músicas e textos como documentos históricos.
Conteúdo
História da Música brasileira (anos 60 e 70: Bossa Nova, Tropicalismo, Música de Protesto, Jovem Guarda).
Ano8º e 9º ano
Tempo estimado
Oito aulas
Material necessário
Computador equipado com áudio, vídeo e acesso à Internet; data show. Além do livro didático, consulte os dois últimos capítulos do livro Música Popular Brasileira, de Valter Krausche (Ed. Brasiliense, Coleção Tudo é história, págs. 70-94), ou Movimentos Culturais de Juventude, de Antonio Carlos Bradão e Milton Fernandes Duarte (Ed. Moderna, 1990, págs. 32-34 e 60-68).
Desenvolvimento
1ª etapa
Divida os alunos em grupos e solicite que façam uma pesquisa sobre os movimentos musicais dos anos 60 e 70 no Brasil. Explique que, ao final do processo, vão apresentar o que aprenderam para outras pessoas, em forma de seminários.
Inicie o trabalho selecionando os textos de historiadores que comentem a respeito da juventude e sobre a música nessa época. Comece pelo texto do próprio livro didático. Para aprofundamento, entregue cópias dos dois últimos capítulos do livro Música Popular Brasileira, de Valter Krausche (Ed. Brasiliense, Coleção Tudo é história, págs. 70-94), ou Movimentos Culturais de Juventude, de Antonio Carlos Bradão e Milton Fernandes Duarte (Ed. Moderna, 1990, págs. 32-34 e 60-68). Peça que, individualmente, eles extraiam a ideia central de cada um.
Leve LPs antigos e peça que os alunos observem suas capas. Discuta com eles sobre a importância das capas como documentos históricos, já que são fruto de um momento cultural. Forneça jornais de época que tenham informações sobre os festivais, os encontros da juventude e a censura (você pode fazer uma pesquisa em arquivos ou no livro didático História em Documentos (9o. ano, da Ed. FTD) e no Seguindo a canção (de Marcos Napolitano, Ed. Annablume).
Novamente, indique que registrem individualmente as informações essenciais. Debata os resultados das pesquisas feitas nos livros, LPs e jornais. No quadro, liste os movimentos musicais que apareceram (Bossa Nova, Tropicalismo, Música de Protesto, Jovem Guarda) e peça que eles selecionem qual gostariam de pesquisar. Reúna os alunos em grupos conforme a preferência da pesquisa.
2ª etapa
Já nos grupos, os alunos devem montar fichas e preenchê-las com as ideias centrais extraídas de cada texto, como as principais canções, LPs e artistas, época de maior efervescência do gênero escolhido e as influências recebidas de outros gêneros. Caso faltem informações, peça que complementem com outra pesquisa feita como tarefa de casa.
O resultado desse esquema deve ser um panorama amplo dos movimentos musicais e deve ajudá-los a montar uma síntese do tema no período.
3ª etapa
Diga para organizarem as informações que serão apresentadas nos seminários. É importante que tenham uma introdução (com o contexto histórico do momento da criação do gênero musical pesquisado), um desenvolvimento do tema (apresentando gravações, análises das músicas, letras, dados biográficos de cada artista), e uma conclusão (relacionando as criações artísticas e o contexto de sua produção). Para que conheçam outras apresentações orais, mostre vídeos aos alunos em que apareçam bons modelos de falantes. Discuta sobre a nomenclatura usada pelas pessoas, a postura, como é a participação do público, o que poderia ser melhorado, como foi feito o registro escrito que acompanha a apresentação e o que ele facilita para o público que assiste ao seminário. Os elementos colhidos nessa conversa deverão ser úteis para o momento da montagem dos próprios seminários.
Peça para cada grupo preparar uma cópia da estrutura do seminário (apenas tópicos principais) para distribuir para o restante da turma e colaborar no entendimento do assunto em questão. Também entregue a cada grupo um texto específico de cada movimento musical pesquisado no Dicionário Cravo Albin da Música Popular Brasileira (disponível em www.dicionariompb.com.br/) e Enciclopédia da Música Brasileira, Ed. Publifolha.
4ª etapa
Peça aos alunos produzirem um roteiro que vai guiá-los na apresentação oral. O esquema escrito elaborado anteriormente servirá de base para o seminário. Oriente tenha uma coerência e precisão dos dados pesquisados e estudados.
Leia o que foi feito por cada grupo, comente o resultado com os grupos e peça alterações.
5ª etapa
Oriente a elaboração de cartazes ou de arquivos em Power Point escrevendo em tópicos o que pode ser útil para guiar na apresentação do trabalho. Arquivos de músicas e imagens também devem complementar a apresentação oral. Esclareça os pormenores técnicos da inserção de áudio, vídeo e imagens no programa.
6ª etapa
Peça que os alunos façam sua apresentação para a própria classe. Filme cada turma para que possam assisti-la novamente, aprimorá-la para então, apresentar para um público maior, já com os ajustes necessários. Muito mais que um treino, essa atividade serve para que o aluno reflita sobre seu comportamento e o que fala na apresentação. No dia do seminário, o público pode ser uma outra turma ou alunos de outras escolas, por exemplo.
Avaliação
A avaliação final do trabalho deve ser composta pela leitura dos esquemas, das fichas de pesquisas, do texto final produzido em sala e da organização e desenvoltura do grupo durante a apresentação. No processo de preparo da apresentação, o professor deve explicitar o eixo central para todas elas (a relação entre os movimentos musicais e a ditadura) e solicitar que os alunos produzam um texto a partir das suas impressões.
Aprender a trabalhar em grupos;
Utilizar a fala em situação formal, para transmitir informações pesquisadas;
Aprender a utilizar recursos para esse tipo de apresentação;
Planejar material de apoio à fala;
Fazer sínteses a partir de leituras de textos;
Selecionar dados pesquisados em diferentes fontes;
Ler e analisar músicas e textos como documentos históricos.
Conteúdo
História da Música brasileira (anos 60 e 70: Bossa Nova, Tropicalismo, Música de Protesto, Jovem Guarda).
Ano8º e 9º ano
Tempo estimado
Oito aulas
Material necessário
Computador equipado com áudio, vídeo e acesso à Internet; data show. Além do livro didático, consulte os dois últimos capítulos do livro Música Popular Brasileira, de Valter Krausche (Ed. Brasiliense, Coleção Tudo é história, págs. 70-94), ou Movimentos Culturais de Juventude, de Antonio Carlos Bradão e Milton Fernandes Duarte (Ed. Moderna, 1990, págs. 32-34 e 60-68).
Desenvolvimento
1ª etapa
Divida os alunos em grupos e solicite que façam uma pesquisa sobre os movimentos musicais dos anos 60 e 70 no Brasil. Explique que, ao final do processo, vão apresentar o que aprenderam para outras pessoas, em forma de seminários.
Inicie o trabalho selecionando os textos de historiadores que comentem a respeito da juventude e sobre a música nessa época. Comece pelo texto do próprio livro didático. Para aprofundamento, entregue cópias dos dois últimos capítulos do livro Música Popular Brasileira, de Valter Krausche (Ed. Brasiliense, Coleção Tudo é história, págs. 70-94), ou Movimentos Culturais de Juventude, de Antonio Carlos Bradão e Milton Fernandes Duarte (Ed. Moderna, 1990, págs. 32-34 e 60-68). Peça que, individualmente, eles extraiam a ideia central de cada um.
Leve LPs antigos e peça que os alunos observem suas capas. Discuta com eles sobre a importância das capas como documentos históricos, já que são fruto de um momento cultural. Forneça jornais de época que tenham informações sobre os festivais, os encontros da juventude e a censura (você pode fazer uma pesquisa em arquivos ou no livro didático História em Documentos (9o. ano, da Ed. FTD) e no Seguindo a canção (de Marcos Napolitano, Ed. Annablume).
Novamente, indique que registrem individualmente as informações essenciais. Debata os resultados das pesquisas feitas nos livros, LPs e jornais. No quadro, liste os movimentos musicais que apareceram (Bossa Nova, Tropicalismo, Música de Protesto, Jovem Guarda) e peça que eles selecionem qual gostariam de pesquisar. Reúna os alunos em grupos conforme a preferência da pesquisa.
2ª etapa
Já nos grupos, os alunos devem montar fichas e preenchê-las com as ideias centrais extraídas de cada texto, como as principais canções, LPs e artistas, época de maior efervescência do gênero escolhido e as influências recebidas de outros gêneros. Caso faltem informações, peça que complementem com outra pesquisa feita como tarefa de casa.
O resultado desse esquema deve ser um panorama amplo dos movimentos musicais e deve ajudá-los a montar uma síntese do tema no período.
3ª etapa
Diga para organizarem as informações que serão apresentadas nos seminários. É importante que tenham uma introdução (com o contexto histórico do momento da criação do gênero musical pesquisado), um desenvolvimento do tema (apresentando gravações, análises das músicas, letras, dados biográficos de cada artista), e uma conclusão (relacionando as criações artísticas e o contexto de sua produção). Para que conheçam outras apresentações orais, mostre vídeos aos alunos em que apareçam bons modelos de falantes. Discuta sobre a nomenclatura usada pelas pessoas, a postura, como é a participação do público, o que poderia ser melhorado, como foi feito o registro escrito que acompanha a apresentação e o que ele facilita para o público que assiste ao seminário. Os elementos colhidos nessa conversa deverão ser úteis para o momento da montagem dos próprios seminários.
Peça para cada grupo preparar uma cópia da estrutura do seminário (apenas tópicos principais) para distribuir para o restante da turma e colaborar no entendimento do assunto em questão. Também entregue a cada grupo um texto específico de cada movimento musical pesquisado no Dicionário Cravo Albin da Música Popular Brasileira (disponível em www.dicionariompb.com.br/) e Enciclopédia da Música Brasileira, Ed. Publifolha.
4ª etapa
Peça aos alunos produzirem um roteiro que vai guiá-los na apresentação oral. O esquema escrito elaborado anteriormente servirá de base para o seminário. Oriente tenha uma coerência e precisão dos dados pesquisados e estudados.
Leia o que foi feito por cada grupo, comente o resultado com os grupos e peça alterações.
5ª etapa
Oriente a elaboração de cartazes ou de arquivos em Power Point escrevendo em tópicos o que pode ser útil para guiar na apresentação do trabalho. Arquivos de músicas e imagens também devem complementar a apresentação oral. Esclareça os pormenores técnicos da inserção de áudio, vídeo e imagens no programa.
6ª etapa
Peça que os alunos façam sua apresentação para a própria classe. Filme cada turma para que possam assisti-la novamente, aprimorá-la para então, apresentar para um público maior, já com os ajustes necessários. Muito mais que um treino, essa atividade serve para que o aluno reflita sobre seu comportamento e o que fala na apresentação. No dia do seminário, o público pode ser uma outra turma ou alunos de outras escolas, por exemplo.
Avaliação
A avaliação final do trabalho deve ser composta pela leitura dos esquemas, das fichas de pesquisas, do texto final produzido em sala e da organização e desenvoltura do grupo durante a apresentação. No processo de preparo da apresentação, o professor deve explicitar o eixo central para todas elas (a relação entre os movimentos musicais e a ditadura) e solicitar que os alunos produzam um texto a partir das suas impressões.
Consultoria Camila Koshiba
professora de História para o 6º e 7º ano do Colégio Ítaca, em São Paulo.
professora de História para o 6º e 7º ano do Colégio Ítaca, em São Paulo.
sexta-feira, 3 de agosto de 2012
O baião de Luiz Gonzaga na sala de aula
O baião de Luiz Gonzaga na sala de aula
No centenário do nascimento de Luiz Gonzaga, faça a turma dançar e se encantar com o ritmo nordestino que ganhou o País e há mais de 60 anos influencia a MPB
Elisângela Fernandes (novaescola@atleitor.com.br)
Nascido em 1912, o filho mais ilustre da cidade de Exu, no sertão pernambucano, ganhou o Brasil após conhecer um dos seus mais importantes parceiros: o advogado cearense Humberto Teixeira. É deles a música Baião, que marca o nascimento do gênero: "Eu vou mostrar pra vocês/ Como se dança o baião/ E quem quiser aprender/ É favor prestar atenção". Depois desse manifesto, Gonzaga estourou, vendeu milhares de discos e colocou o nordeste no cenário da MPB.
O Rio de Janeiro era um terreno fértil para a divulgação da música nordestina e do forró nas suas mais diferentes variações como baião, chamego, xaxado, xote e o coco. Nas décadas de 1940 e 1950 o rádio era o meio de comunicação mais popular no País. Além disso, a intensificação do processo de migração que trouxe milhares de nordestinos ao sul e sudeste do país.
Não há dúvidas de que Lua, como Gonzaga também ficou conhecido, é um dos construtores da MPB. "Ele não foi só um instrumentista ou um compositor. Gonzaga definiu um gênero musical e sintetizou como ninguém a cultura nordestina" exalta o jornalista e historiador, Paulo César de Araújo, autor do livro Eu Não Sou Cachorro, Não. Antes dele, outros nordestinos tentaram, mas nenhum conseguiu a projeção nacional de Gonzagão.
Para o sociólogo alemão Norbert Elias, o êxito alcançado por um artista não pode ser atribuído apenas à sua suposta genialidade. O resultado depende de inúmeras variáveis, articuladas entre si, em um determinado contexto social. "O rei do Baião estava no lugar certo, na hora certa", afirma Maria Sulamita de Almeida Vieira, professora da Universidade Federal do Ceará e autora de Luiz Gonzaga, o Sertão em Movimento.
Fonte: Portal Nova Escola
- 1Introdução: quem foi Luiz Gonzaga
- 2O valor de um sanfoneiro nordestino
- 3A música de Gonzagão: alma do sertão
- 4Trabalhe o ritmo e a dança em sala de aula
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